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sexta-feira, 21 de março de 2014

O Sonho...

Meu amigo, Manuel Feire!

No TAS . Teatro Amador de Sandim - V. N. de Gaia



Acaba esta tarde o montar de uma exposição de pintura, desenho e artesanato no TAS - Teatro Amador de Sandim -, para onde vou já.
Hoje, sexta- feira, dia 21 de Março, 21.30 horas, estarei lá! Já lá se encontram as obras, as feitas por mim, e outras!
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sábado, 8 de março de 2014

Dia Internacional da Mulher






Os homens devem constantemente ser parceiros das mulheres, tanto nas intenções, como nos actos diários; até aqui! Vós mulheres procurai sempre, além de autênticas parceiras dos homens, também solidárias com as outras mulheres, amigas ou não, teórica e efetivamente.
Porque o rio tem que ser zelado desde a nascente à foz, sem feridas no seu curso; precisa ser cuidado sempre, e assim esta água pode regar Rosas e outras flores, igualmente.
E porque, hoje, é Dia Internacional da Mulher:




Feliz Dia da Mulher a todas as mulheres da Terra. Se, assim for,
 ganham elas e os homens! Será bom para nós todos.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Uma brisa de poeta!



Todo o trabalhador.
Um sincero operário
Ou humilde camponês,
Para ganhar p´ra comer,
Pedem um grande favor
E haverão de tentar,
Até ao final do mês
Mais, impostos a pagar!

Os varões do capital,
Pensando conter o mundo:
Inventaram este modo
Na arte de trabalhar;
Para ter o lucro todo
E vontade de mandar!

Se começas a pensar,
Tuas ideias dirão 
Verás que em Portugal 
A fartura do patrão,
É feita de forma igual
Dos gamanços, ambição,
De um governo eleito
Com a maior votação.

Basta agora, ver isto:
Na actual corrupção,
Formada de qualquer jeito,
Consoante o horário,
Empresário é ministro
Ministro é empresário!

Caro amigo, camarada,
Nem há nenhum álibi,
Por aquela asneirada.
O parlamento daqui,
De tanta demagogia
Foi preferido, por ti…
Ou outros teus camaradas,
P´ra nos roubar noite e dia!

Agora é fácil reparar,   
Governo está ciente,
Dos ricos a premiar!
…Serás sempre o cliente,
Dos pobres da nossa gente!

Fica sabendo, amigo,
O roubo que és sujeito,
Será sempre contra ti 
E da mais gente carente,
Que inda moram aqui! 
No nosso estado, doente.

Desperta tua cidade,
E não te deténs em nada!   
Assim a sociedade
Está, então condenada…
Quem produziu o há,
Não terá nada de seu;
Quem nos governa terá
Tudo o que há, como seu!
E, até quando será?…