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segunda-feira, 30 de junho de 2014

O amor



Foi em Abril que conheci
A essência do amor!
Houve uma ordem mandada,
Para mim e para a minha amada,
Mandando fazer de cor,
Aquilo que em sonho, eu vi.

Não havia anjos, nem santos,
Naquele quarto, sem tempo
E, também muito, muito espaço,
Para que o prazer no cansaço,
Sustentasse aquele momento
Feito pelos deuses em cantos.

Aquela chama que não arde,
Não queima, só chama
Todos os amores que no mundo há,
Num só!
E assim o céu nos deu
Aquilo que mais cedo ou mais tarde
                                                                          Munch


Os nossos dois corpos em chama,
Chamados ao que o nosso amor dá,
Faziam um corpo só.

sábado, 28 de junho de 2014

eu e o hospital






                                                                        Dali



“Incha, desincha e passa”, de uma forma ou noutra, passa! Foi sempre assim. Quem é interveniente de uma causa inchada, tem sempre, uma estranha forma de estar e, por isso também, de pensar. Se pensa que o carinho dos outros, a ajuda prática da família e o trabalho de médicos e enfermeiros servem como cura, tal ferido, está no meio a fazer o quê?

Às tantas transforma-se o centro do mundo e, mais dia, menos dia, recuperará a anterior forma física. Bem, há gente assim e outros que não. Uns são mecos no meio da acção e outros que, apesar da sua baixa, sujeitos! Por exemplo: se o seu médico o manda ao hospital, deve ir. Se, no hospital repara que os doentes, feridos, angustiados por socorro médico urgente, devemos o que podemos fazer: socorre-los vindo embora. Quem, de facto, está doente, mesmo doente está aí! Não estorvemos com um débil sofrimento que, o hospital gerido pelo BES, não pode com tantos doentes. Mas existe, este, em Sta M. da Feira.   


segunda-feira, 23 de junho de 2014

vestia a claridade.




 Lua Cheia
Ao repara na fotos “Azul e branco”, no “Vazio da Onda” (- Blogue) lembrei-me:
(...) Fisicamente reflectia todos os fulgores claros: azul e branco! Mala de ombro da cor das calças, em tons de azul. Esta indumentária estava sobre um corpo alegre e bonito, com cabelos entre o loiro e o castanho, ondulados até ao pescoço e seguidamente abertos e compridos. Menina, graciosa, tinha um estilo diferente de andar, de vestir e, pensativa, acarretava com o peso do atraso e o interesse na sessão, já que era a mais velha das duas. Apesar de transportar estas justificações tecidas no semblante, tinha aquela cara que nem toda a gente pode ver ao vivo todos os dias: corpo delicado, alto e vigoroso, rosto cristalino com olhos claros, lábios deliciosamente carnudos, caracóis doirados até à cintura. Tal com a irmã,  (,,,)