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terça-feira, 30 de abril de 2013

Minha amada

Como macho estarei atento
Ao meu amor e também feitiços,
Não há moça, maçã e seus serviços,
Que alterem meu nobre pensamento.

Cada vez mais o meu contentamento,
Contente-se em ti e teus ofícios,
Que recusarei todos os avisos
De viver diferente, neste momento.

Amo-te como amigo e amante,
E aposto o meu amor em ti,
Mesmo que voes sozinha, neste instante.

Quando pousares comigo aí,
Verás que do teu amor, sou importante
E perdidos, faremos amor aqui.



segunda-feira, 29 de abril de 2013

"A pianista do Lobos - a editar


“…O último homem morto, na encruzilhada, agora sim, malvada, foi vista, pela presença do senhor Lobito e pela matilha, inteira, a trocar alimentos no muro; um feito tão cobarde, repugnante e abjecto, realizado por dois homens, conseguiu, longe do planeado, um feito corajoso, íntegro e de justiça, realizado por lobos! Prenderam com a violência das suas patas e, com medo associado ao mau feitio do condutor, o carro nunca mais se mexeu; nem para a frente nem em marcha atrás; foi erguido e tanto empuxão, agora está, estacionado, amassado e defeituoso nesta caverna com os tripulantes….”

 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O Sol...


Ele ainda encontra a sua família e namorada cá fora, a complementar o pôr-do-sol. O tempo começa e ficar mais frio, ele, achou estranho e ficou contente, por isso, reparou que todos estavam estranhamente sublimes neste acto diário, nos dias em que as nuvens não escondem o sol. Antes de chegar perto, primeiro a mãe e a seguir um de cada vez, foi salvo, mas continuaram na mesma posição; só no local é que se apercebeu do efeito – como brilho, sua ausência e brilho - dos raios solares entre os carvalhos, da disparidade entre o sol a fugir e os coriscos rosáceos no céu, com algumas nuvens que até pareciam candelabros. Ele foi a primeiro a comentar:
- Ver o levantar ou pôr-do-sol é sempre lindo; com este efeito é um regalo!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A noite!


Noite, desculpa.

Sei que és bonita: É lindo lá fora.

Lá dentro, lá de noite,

 

Muito diferente sou eu

Em não namorar contigo.

Ir passear contigo,

Amar contigo,

Odiar contigo,

Viver contigo.

 

Estou cansado, tenho sono,

Não quero ficar triste comigo,

Tenho frio.

Quero viver amanhã,

Estar contente amanhã.

 

Um dia destes,

Marco um encontro contigo.

Com a minha noite,

Tenho saudades.

Desculpa noite.

 

terça-feira, 23 de abril de 2013

É uma maravilha lêr

Portugal, ainda!
 “O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, e organizado pela UNESCO para promover a o prazer da leitura, a publicação de livros e a protecção dos direitos autorais.

O dia foi criado na XXVIII Conferência Geral da UNESCO que ocorreu entre 25 de Outubro e 16 de Novembro de 1995.





 A data de 23 de Abril foi escolhida porque nesta data do ano de 1616 morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Veja.

Para além disto, nesta data, em outros anos, também nasceram ou morreram outros escritores importantes como Maurice Druon, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.”

 

“OS LIVROS SÃO AS SEPULTURAS DOS PENSAMENTOS”

Hoje é o “Dia Mundial do livro e dos direitos de autor”

“A minha mãe é, nos instantes complicados, o único livro de amor usado!”

“Do saber do autor, conquiste retalhos: leia!”

 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

PR, Duarte Lima e companheiras


Cá em Portugal, neste quase rectângulo com 92.391,00 kms2, país onde os maus, os bandidos e ladrões, os medíocres nos governam, neste momento, pediram aos inteligentes para  fugirem. Não foi pelo pedido, mas, muitos partiram. Alguns estão ca! Ainda mais sós, lutam por um país mais justo! É uma vergolha para Portugal o abismo onde o PR nos meteu.

O P. da República manda num governo manco, surdo, mentiroso; é chefe de uma quadrinha de gatunos de gente iletrada, egocêntrica e falsa que fogem do povo que os mantém, com com e medo do ajuste de contas!

Todos os dias a dívida aumenta e impossível de pagar o dinheiro que pediram para eles. Austeridade para os pobres, gente a morrer com a fome e, reparem bem, o governo, parlamenteres, PR, ainda, aumentaram o seu salário!

Eu se que parece mentira, antes fosse…
Nem pensem em julgar o Lima, unha dos dedos deste "presidente"

 

sábado, 20 de abril de 2013

Terror em PORTUGAL!


Trovoada, relâmpagos, copiosa chuva, medo e fome; muita fome!!! As nossas estátuas resignadas e quedas, alheias ao temporal, ao medo e à fome, claro que nem sabem o país, para onde vão ser escoradas. O governo de Portugal, sim, sim, essa enxurro neoliberal, primeiro faz contas de somar, escamotear por 900 ladrões não conseguiram!

Perderam a pagamento ao chefe, ao Aníbal! “Aníbal e os 900 ladrões”. Bom título para um livro, filme de terror, terror e terror apenas para mortos ou quase; qualquer escritor ousado, claro, sem fome e medo, por isso estrangeiro, numa semana tira todas as notas necessárias… 

 

 

   

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Esta Memória!


Algum tempo depois eu olhava para ela e ela olhava para mim. Sim, “tête-a-tête”. Eu que fui lá, tinha alguma declaração, alguma resposta, pergunta, pedido...Uns minutos de silêncio, custa mais é começar a falar esqueci o que pensei antes. Mas:

- Olá Mariinha. Pareceu-me que ela não ouviu.

- Olá Mariinha!. Ah, penso que disse Olá Zé e sorriu. Fiquei contente e ia recuperando a consciência... devagarinho!... Lembrei-me que ela gosta de flores. Esqueci-me... sempre o mesmo! A sua boca de ternura e discernimento, boa conselheira e sem mimos, os seus lábios sedentos que me matou a sede de doçura tantas vezes estava ali, pertinho.

Notei que ela esperava mais notícias e comecei...

-Pois, é assim... desde a última vez que nos vimos assentamos que era necessário afastar alguns hábitos, ou vícios... que se encostam a mim... desculpa!!!...  

A minha tolice, honestidade,  consideração e velho hábitos, ataviaram padres e arquitectos... já veio o crepúsculo, vem a noite..., venho cá outras vezes...

- Exacto, hoje a tarde foi só para nós... sabes eu precisa de te ver!

 Como não tinha as usuais flores, tirei o lenço da mão, beijei-o e de mansinho com as duas mãos pousei-o na sepultura.

 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O honesto e seus ossos


Acho-me diminuído de encarar vampiros miseráveis decretar a pobreza a milhões. Estou farto da seres sem lei, criar leis para outros; atulhado de sentir batoteiros, bando sem ladrões, triunfar, de banqueiros sem pudor, conscientes em tudo, a chorarem mágoas na televisão, rádio e jornais. Todos os dias vejo pessoas a entregar as suas casas ao banco. Ódio de contemplar as vergonhas como o BPN, BPP, Banif e outros. Devastado de o meu país maltratar seus filhos e abandoná-los à sua sorte, sem emprego. E, afinal estou inquieto de ficar inquieto e tanto queria que esta inquietação fosse colectiva. Ver um Portugal inteiro para os gatunos espertos a marchar sobre o esqueleto das pessoas honestas.   

                                                                                                                                                         

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Os encantos?!!

Que perfume...
Que marcha no salão
As bebedeiras e catarro
Na fuga acumulada
De tanta frustração
Que belo egoísmo,
Senhoras e senhores.

Senhoras e senhores
Procurando ambientes
Há tanto tempo perdidos
Naquele, ou noutro
Baile de salão

Que querem essas mulheres?
Apenas a utopia da noite
Ou, vomitar charme de maldição
À juventude perdida há muito tempo.

Mas...
Já passam sete minutos.
Ela ainda não veio.
Que a luz me guarde, eu tento.
Lua alta e nevoeiro espesso,
Ela ainda não veio, eu espero.
Cada vez mais nevoeiro,
Naqueles pinheiros, na rua, em frente,
Naquele caminho, perto de mim, em mim.
Que ia fazer?
Maldito enleio.
Angústia?! Depressão?! Nervoso?!
Talvez...

Escrevo aqui este nevoeiro, (ou melhor)
Este poema enevoado.
Ela parecia que não vinha,
Mais nevoeiro, Ela vem? Acho que sim!
No entanto... Se ela vier que faço?
Se não vier pior!
Isto é amor?

Não! Não! É uma mulher.
Só uma mulher,
Que comigo dança naquele salão.




quinta-feira, 11 de abril de 2013

Os lobos choram...


Quando o descobre e já sem medo, repara: era um lobo muito bonito. Alguns pêlos brancos e cinzentos, limpinho, que parecia até penteado. Via claramente, a marca da boca ou indício do focinho, o recinto dos olhos, compridos, brilhantes e azuis, muito bem vincado a negro. Odete caminha na sua direcção e fera pára totalmente; ambos – menina e lobo - têm os olhos a brilhar ao olhar um para o outro. Mesmo sem luz, a menina contemplou que os olhos do lobo começam a ser humedecidos de lágrimas, dá meia patada para atrás, ficando em posição entre o sentado e o deitado. Odete assenta uma das suas mãos na parte superior do focinho, entre as orelhas e… o lobo chora! Silêncio absoluto entre os dois, ou três, já que a menina Célia ao longe tentava espreitar. Graúdas lágrimas corriam pelo focinho, e a boca aberta para arquejar!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Políticos de aviário, órfãos de cultura e pensamento


“O número de artigos e notas em blogues que começam com “a decisão do Tribunal Constitucional fez e aconteceu….” representam um sucesso do pensamento único governamental. Na verdade, deviam começar com “a política do governo fez e aconteceu…” Isto, porque a decisão do Tribunal Constitucional é que é a normalidade e a lei, e a política do governo é que é a anormalidade e a ilegalidade. A decisão do Tribunal Constitucional representa uma consequência da política do governo, das escolhas do governo, da incapacidade do governo de encontrar políticas de contenção orçamental que não passem pela violação da lei e pelo afrontamento da Constituição.

 Mais: o caminho seguido pelo governo para o objectivo de cumprimento do memorando da troika é que põe em causa esse cumprimento, porque não teve em conta qualquer preocupação em salvar um quantum da economia nacional, desprezou os efeitos sociais do “ir para além da troika”, não deu importância a qualquer entendimento social e político, vital em momentos de crise. Foi um caminho de pura engenharia social, económica e política, prosseguido com arrogância por uma mistura de técnicos alcandorados à infalibilidade com políticos de aviário, órfãos de cultura e pensamento, permeáveis a que os interesses instalados definissem os limites da sua política. Quiseram servir os poderosos com um imenso complexo de inferioridade social, e mostraram sempre (mostrou-o de novo o primeiro-ministro ontem), um revanchismo agressivo com os mais fracos.

 Pensaram sempre em atacar salários, pensões, reformas, rendimentos individuais e das famílias, serviços públicos para os mais necessitados e nunca em rendas estatais, contratos leoninos, interesses da banca, abusos e cartéis das grandes empresas. Pode-se dizer que fizeram uma escolha entre duas opções, mas a verdade é que nunca houve opção: vieram para fazer o que fizeram, vieram para fazer o que estão a fazer.” ( Pacheco Pereira)

domingo, 7 de abril de 2013

" A Pianista dos Lobos"


- Apreciei bastante o que disse, dona Emília! Vamos, então… enquanto caminhamos e reforçando o que senhora disse há pouco, sobre o sistema social que nos subjuga, ou seja, sobre os donos do mundo: tentam falsificar o nosso entendimento através da televisão, rádios, jornais e, agora, tentam na internet; estimulam os seus lacaios na cultura, adulteram a justiça, não consentem o progresso de pessoas pobres em países pobres, enfim, anseios de uma ignorância; uma ignorância igual à sua! Cada dia mais gente perto dos caos e a terra pertinho do abismo! A ganância dos poderosos no poder, mandam procurar nos polos, principalmente no polo norte, na busca de petróleo devastam árvores, muitos icebergues já derretidos, os mares a aumentar, a temperatura da atmosfera a subir; muito mais a sul que a norte, no equador (o que divide o norte do sul neste no globo), milhares quilómetros quadrados de vários países, vai sendo devastado e pode provocar uma leviandade no ecossistema daquela zona, colocando em risco o ar que respiramos…

“A Pianista do Lobos” a ser editado…

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O triângulo?


‒ Ah! O triângulo de pedra com três árvores do Emídio… que afirma ser um triângulo macho…

Agitado, Mário calou-se, imaginou: e este? Tantos triângulos por aí e por acolá e só aquele é macho? E o triângulo, ou triângulos fêmeas? Esta cisma consumia o Mário, calado, olhando o triângulo fixado na parede. O Três que, na Cabala, só, antes de qualquer princípio, está presente em toda a parte. Aonde está o outro triângulo?

Claro que o triângulo é o polígono mais importante que existe. Quem se lembra daquela boca feminina criada com êxito? É necessário zelar pelos quadros (a menina dos nossos olhos) e pelos triângulos das quadras! Todo o triângulo tem vértices, lados, ângulos, alturas, medianas e bissectrizes. Quanto aos números de lados temos o triângulo equilátero, isóscele e escaleno. Quanto às medidas dos ângulos existe o triângulo acutângulo, obtusângulo e rectângulo e até o raso… o triângulo das quadras tem muito mais divisões...

Nas forças que regem o universo, em linguagem geométrica, teremos estes triângulos: mundo de acção (Kether, Binah, Hokmah), mundo da criação (Geyurah, Chesed, Tiphereth e mundo da formação (Hod, Netzeh, Yesod). A geometria ainda não entendeu a forma de tais triângulos, quanto aos lados e/ou ângulos. Talvez aquele triângulo: PAI, FILHO e ESPIRITO SANTO, perceba porque a Terra ainda gira...

Há mais ou menos três mil anos a.C., a deusa Ísis disse: “Eu concebi, carreguei e dei à luz toda a vida. Depois de lhe dar todo o meu amor dei-lhe também meu amado Osíris, senhor da vegetação, deus dos cereais, para ser ceifado e nascer outra vez. Cuidei de ti na doença; fiz as tuas roupas e observei os teus primeiros passos. Estive contigo, até mesmo no final, segurando a tua mão para guiá-la para a imortalidade! Tu para mim és tudo e para ti eu fui tudo. Eu sou a tua Grande-Mãe, Ísis.” Contra o seu irmão Set, criou o triângulo do Amor: Ísis, Osíris e Hórus. Foi idolatrada no Egipto, no Império Romano, Grécia e Alemanha e a lenda e os seus ensinamentos continuam em todo o mundo. Mais perto no tempo, no século passado (século XX), temos  o triângulo Sexo, Drogas e Rock n’ Roll.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Um lar para Amélia


Amélia encostou a cabeça no ombro do Mário e continuou:

‒ Ó Mário… nunca foi tão feliz! Contigo, estou bem na aldeia, na cidade, na montanha ou no deserto! Eu prefiro a aldeia; a tua aldeia! O senhor, meu amante, permite que faça parte da sua família? A tua avó entende que depende de ti!

‒ Claro que sim! Sem afecto familiar o que se aprendeu na escola, no liceu ou faculdades – tanto estudo – pode servir para confusões ou ilusões! Se quiseres, como disse a avó, num dia só, – por exemplo hoje – arranjo-te uma família! Penso que o teu lugar é este, comigo, Lia!

Portugal é dos partidos políticos

(...) - Tem razão! O regime partidário, em Portugal, está descolorido, podres e com bandidos. Os actuais partidos têm privilégios que são um escândalo perante as dificuldades do país, dos cidadãos e das empresas. Entre esses privilégios, figura o de repartirem entre si dezenas e dezenas de milhões de euros diários, mensais e anuais provenientes do erário público. Por isso, quantos mais partidos houver, parecido com os actuais, maior será o risco de diminuir a fatia que agora cabe a cada um e, muito pior para nós, mais um bando de salteadores a assaltar com trabalha, realmente, em Portugal. (...)