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sábado, 31 de maio de 2014

Penúria



‒ Por falar em fictício, actualmente no exterior, lá fora, o autêntico é duro, cruel. Temos aqui pertinho, nossos vizinhos, poucas pessoas mais ricas do mundo e das pessoas mais pobres da Europa. Os pobres trabalham ou trabalhavam, os ricos – ricos aqui são endinheirados – têm o apoio do estado e tribunais; por isso, a pobreza aumenta sempre na estrada da penúria que passa a Portugal! As diferenças são abissais, entre “boys “funcionários ou reformado de empresas privadas e empregado ou reformado de uma empresa privada! Tantas desigualdades, que alguns pintores tentam mostrar na arte, meninas.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Portugal existe?





Andam os pais a trabalhar, a poupar e a fazer contas uma vida inteira, para ajudar os filhos e netos! A mãe do pintor pediria a quantia que o filho lhe indicasse; a mãe das meninas, pagaria a quantia que ou sua mãe lhe indicaria a pedido do filho! Não era por isso que ficariam zangadas, ambas sabiam que estes negócios juvenis teve a sua época! Dariam aos filhos o dinheiro para os bens essenciais, por enquanto. Era necessário discutir que mais algumas medidas deste governo, nem para o seu sustento chegaria. As mães, sem alternativas e inexperiência, desleixo e mimo que, nunca pensaram que o país chegasse a caqueiros, lhe incutiram alguns dos seus vícios. “É o fim do mundo!” Estavam fartas de ouvir! Não é bem assim, será melhor: 
O FIM DE PORTUGAL INDEPENDENTE, DO PONTO DE VISTA POLITICO E ECONOMICO!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

o povo e os outros...





Sobre as eleição de ontem, 25 de Maio, como noutras:

 
“Estamos numa situação em que uma democracia que, segundo a definição antiga, é o governo do povo, para o povo e pelo povo, nessa democracia precisamente está ausente o povo.”

(J. Saramago)