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quinta-feira, 6 de março de 2014

Uma brisa de poeta!



Todo o trabalhador.
Um sincero operário
Ou humilde camponês,
Para ganhar p´ra comer,
Pedem um grande favor
E haverão de tentar,
Até ao final do mês
Mais, impostos a pagar!

Os varões do capital,
Pensando conter o mundo:
Inventaram este modo
Na arte de trabalhar;
Para ter o lucro todo
E vontade de mandar!

Se começas a pensar,
Tuas ideias dirão 
Verás que em Portugal 
A fartura do patrão,
É feita de forma igual
Dos gamanços, ambição,
De um governo eleito
Com a maior votação.

Basta agora, ver isto:
Na actual corrupção,
Formada de qualquer jeito,
Consoante o horário,
Empresário é ministro
Ministro é empresário!

Caro amigo, camarada,
Nem há nenhum álibi,
Por aquela asneirada.
O parlamento daqui,
De tanta demagogia
Foi preferido, por ti…
Ou outros teus camaradas,
P´ra nos roubar noite e dia!

Agora é fácil reparar,   
Governo está ciente,
Dos ricos a premiar!
…Serás sempre o cliente,
Dos pobres da nossa gente!

Fica sabendo, amigo,
O roubo que és sujeito,
Será sempre contra ti 
E da mais gente carente,
Que inda moram aqui! 
No nosso estado, doente.

Desperta tua cidade,
E não te deténs em nada!   
Assim a sociedade
Está, então condenada…
Quem produziu o há,
Não terá nada de seu;
Quem nos governa terá
Tudo o que há, como seu!
E, até quando será?…


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