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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

passou-se em Portugal




Há pouco mais de 20 anos esta cena . A sua pretensão existe, ou tim por tim, nestes anos até hoje:

Era o pôr-do-sol visto da praia. Um homem velho explicava tudo quase sabia sobre as teorias de Nicolau Maquiavel, teoria e prática de Ronald Reagan, Margaret Thatcher e sua, pouco teórica, porém com muita prática. De repente enquanto o velho falava os betinhos levantam a cabeça para o ar. Olham um quadro que se mexia como pintado a vermelho, amarelo, cinzento claro ou escuro. Por entre essas das nuvens, surgia sempre um amarelo com pedaços de vermelho um círculo, cada vez com maior dimensão.

- Lindo quadro que vedes! Mas, não é vosso?

- O mãe eu quero aquele arco amarelo!

Helena a mais puta, mais fala-barato e experiência no gamanço confiava cegamente no seu filho. Seu filho, um menino pequeno sempre, já betinho, precisava da resposta e, em vez da mãe, ouviu o velho, feito professor.

- Aquela bola que apontais é o sol que ilumina tudo: terra, mar, burros e borboletas. Ide com as vossas mães, demagogia com os burros e, no assalta a um banco ao contrário de mim, mandai pintar um borboleta. O Sol que vedes, em Portugal é vosso, e não faltam burros que vos apoiem. E por cá, há vários bancos...

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