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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Um soneto

• É a ti, musa minha que imploro,


Que dos deuses, conheço o escuro:

Para esta alegria, não me dê choro,

Liguemos os corpos, atrás do muro!



Se amor for, como penso que é,

Então meu amor e namorada,

É em ti que devo ganhar fé…

Depois de ti, não há mais nada!



Se para mim, foste traçada,

Já percebo, pertinho, o teu odor:

Daqui sais, de afecto saciada…



Cola-te, assim enrolada melhor,

Assim, com tal velocidade,

O soneto, acaba mal! Ai, AMOR!!!



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