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quarta-feira, 18 de junho de 2014





 esqueci-me do autor desta quadro




(...) A vida frequente de um ser humano, que vive na aldeia ou na cidade, depois de adulto, alicerça – se nisso: no trabalho ou o desespero do desemprego, dormir bem ou mal, beber e comer consoante as possibilidades económicas ou de saúde, a capacidade melhores ou piores de amar, de odiar, e, particularidade a mulher, de amar e odiar ao mesmo tempo a mesma pessoa. Se houver filhos, criá-los e educá-los, mais a mulher que o homem. Se houver passatempos serão consoante as possibilidades económicas, intelectuais e de liberdade. As actividades e razões de vida polida intensa, coberta por alguns meios de comunicação social para diversão, são tarefa para poucos; o casino destes será o jogo da sueca, em tabernas… com o mesmo efeito prático! Historicamente, o tempo de uma vida passa à velocidade de um raio, tanto para os que amontoam muitos bens e dinheiro, como para os outros. A felicidade ou o seu contrário, felizmente, tem um barco para todos e a o dinheiro aqui, vale muito pouco, em várias ocasiões são as causas de desgraças! É esta amaldiçoada vida que alguns sonhadores tentam contrariar ou mudar! (...) (de um livro sem venda nos correios, super-mercados e no imenso Brasil cujo autor, usa este blogue)

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