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segunda-feira, 15 de abril de 2013

O honesto e seus ossos


Acho-me diminuído de encarar vampiros miseráveis decretar a pobreza a milhões. Estou farto da seres sem lei, criar leis para outros; atulhado de sentir batoteiros, bando sem ladrões, triunfar, de banqueiros sem pudor, conscientes em tudo, a chorarem mágoas na televisão, rádio e jornais. Todos os dias vejo pessoas a entregar as suas casas ao banco. Ódio de contemplar as vergonhas como o BPN, BPP, Banif e outros. Devastado de o meu país maltratar seus filhos e abandoná-los à sua sorte, sem emprego. E, afinal estou inquieto de ficar inquieto e tanto queria que esta inquietação fosse colectiva. Ver um Portugal inteiro para os gatunos espertos a marchar sobre o esqueleto das pessoas honestas.   

                                                                                                                                                         

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