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sábado, 16 de março de 2013

prática partidária, em Portugal!


O regime e prática partidária, em Portugal, estão descoloridos, podres e com bandidos. Os actuais partidos têm privilégios que são um escândalo perante as dificuldades do país, dos cidadãos e das empresas. Entre esses privilégios figura o de repartirem entre si dezenas e dezenas de milhões de euros anuais provenientes do erário público. Por isso, quantos mais partidos houver maior será o risco de diminuir a fatia que agora cabe a cada um.

Há segredos entre deputados que não convêm partilhar, visto que aquilo a imprensa, na ânsia de mais vendas, espalha! Hoje sabe-se:

1 - O maior roubo de um governo a um Banco de - 1985 a 95 - foi com os mesmos cinco partidos no parlamento;

2 – O director do Banco de Portugal foi, antes, secretário-geral de outro partido, sabia de tudo, calou-se com a sua recompensa;

3 – Foram comprados submarinos a preço de ouro; o país vendedor julgou este estratagema, aqui não;

4 – O partido político de tanto falar em trabalhadores, propôs que os juízes jubilados, ao contrário de outros trabalhadores – este são reformados – não perdessem o subsídio de férias e 14º mês de pensão e

5 – Aquele escalado de uma deputada, se diz da extrema-esquerda, ao usar o carro e condutor parlamentares, para uso numa festa, costeada pelo dinheiro dos contribuintes.

As pessoas honestas, que quase todos os partidos têm, cada vez menos, perdoar-me-ão.   

Por outro lado, a participação política constitui hoje, em Portugal, um monopólio partidário. E, se cada vez for mais difícil constituir partidos políticos, cada vez mais os cidadãos se afastarão da desejável participação na vida política, com todas as consequências que isso terá para o enfraquecimento e desprestígio das instituições democráticas. Servi-me das palavras de António Marinho e Pinto, sobre o facto de TC não autorizar outro partido politico - O Movimento de Alternativa Socialista (MAS).

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