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segunda-feira, 25 de março de 2013

Viva a ALDEIA!


(…)Fora de portas, sempre a mesma companhia, a irmã! Ela e outros médicos para uma gripe receitam um xarope, líquidos e cama. Para tal doença a gente aldeã tem a receita no bolso: avinha-te, abafe-te e abife-te! Ambas estão correctas e é necessário analisar a forma de combinar os dois conhecimentos! Nunca passou um dia como este. Na aldeia a vida não é monótona como na cidade. Apesar da distância entre as casas, as pessoas conhecessem-se e é mais simples arranjar amigos.(…)

Do “Tesouro do Mar de Mansores” de José Santos, este vosso amigo.

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